Com torres munumentais varridas pelo vento da liberdade e banhadas pelo sereno das madrugadas, o mítico castelo de letras resiste ao tempo e abriga culturas milenares. De tão alto até as nuvens passavam poor entre suas largas janelas, se pudessem parar e admirar tanta beleza, com certeza ficariam lá por alguns instantes.
A escrita estava presente em todos os ambientes com destaques especiais nas peredes e teto, com gravuras e páginas inteiras de livros antigos, desde profecias a fantasias. Os amantes da história e literatura sonham em visitar o castelo de letras e seus imensurável arquivo cultural.
Certa vez em um evento escolar, uma professora mostrava as crianças o cenário de Branca de Neve e os sete anões, enquanto aprendiam se divertindo aconteceu um grande susto, surgiu um soldado e desembainhou a espada, a professora abraçou as crianças, e um pouco assustada pediu calma. O soldado olhou para ela e falou: Não tenha medo, o que fere não é a espada, e sim, quem a empunha, a lâmina transformou-se em uma caneta e ele começou a escrever um poema na grama.
Em seguida disse para ela não equecer de visitar a fonte das letras. Lá você ou qualquer visitante, pode pagar as letras coloridas que jorram na fonte, incentive seu pequeninos a gostar da leituras, sem conhecimento não existe evolução. A professora agradeceu ao estranho soldado e seguiu para o salãi da mitologia.
A educação é o nosso castelo de letras. Ao vistá-lo não só adquirimos conhecimentos, aprendemos valores essênciais para uma convivência em harmonia, com valorização a vida. A história é um mapa ancestral e nele a nosssa oportunidade de melhorar o mundo, jamais se exclua da luta pela liberdade e valores, quem sabe algum dia um visitante lhe encontre em destaque no caste,o das letras.
Antônio Lopes Bezerra